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O que salva em “Os Segredos de Dumbledore” é apenas uma coisa: os animais.

“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” (2022), dirigido por David Yates


6.0
E
m um esforço para frustrar os planos de Grindelwald de criar bruxos puro-sangue para governar todos os seres não-mágicos, Alvo Dumbledore convoca seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, embora não tenha conhecimento dos perigos que estão por vir. As linhas são traçadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os amigos e familiares mais verdadeiros, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O filme tem um problema gigante de enredo, cenas desnecessárias que não agregam em nada na história e que têm apenas duas funções: gastar dinheiro com CGI - que por sinal me chocou em ver isso no Wizarding World, muitos efeitos "estranhos" - e tempo de tela. Sem mencionar situações que poderiam ser resolvidas facilmente com um "toque de magia".

A parte mais intrigante da história é o contexto político, mas que também falha miseravelmente porque é mal aprofundado. A adição do Mads Mikkelsen foi perfeita para interpretar o "vilão", sim, entre aspas porque foram poucos os momentos que pude sentir uma verdadeira ameaça do personagem, talvez nem seja culpa da atuação do Mikkelsen e sim toda a atmosfera do filme.

Dois pontos positivos no filme: as cenas dos animais que geram um certo apelo afetivo e o Jacob como alívio cômico em alguns momentos.

Em suma, caminhamos para um final preocupante da franquia onde parece estarmos dando voltas e mais voltas e sem entender o que está acontecendo. Prevendo assim que irão optar por solucionar tudo no último filme. No mais, os segredos de Dumbledore só eram surpresa para os que não são fãs da saga.

Crítica com alguns spoilers aqui.





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