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Em "Superache" continuamos com a versão melancólica adolescente do Conan Gray que fazia sentido até o seu debut.



 6.4

Em "Superache" continuamos com a versão melancólica adolescente do Conan Gray que fazia sentido até o seu debut "Kid Krow". Apesar de trazer composições bem mais íntimas como a sincera "Family Line" e produções um tanto que surpreendentes, a experiência geral do álbum foi entediante e parecia que estava ouvindo um álbum teen que conta sobre as extremas sensações e decepções amorosas da vida adolescente.  

A impressão que tive em muitas músicas era que o melhor da produção ficava para o final. O que foi decepcionante visto que várias têm potencial. Gray afirma em  alguns momentos sua disposição de agradar para ser amado até chegar a questionar sua própria personalidade como em "Jigsaw", que embora carregue um instrumental marcante, é ao mesmo tempo irritante. Já outras, como a terrível "Best Friend", deveriam ter sido descartadas do projeto.



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